quarta-feira, 11 de julho de 2018

RESENHA LUNÁTICA - NA ILHA


LIVRO: NA ILHA
AUTORA  TRACEY GARVIS GRAVES
EDITORA INTRÍSECA
RESENHA POR ELZA SANTOS

SINOPSE

Uma ilha deserta e ensolarada, com vegetação luxuriante e banhada por um mar cristalino pode ser o cenário de um sonho. Ou de um pesadelo...
Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente.
T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola.
Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos a uma ilha desabitada.
De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem.
“Tracey Garvis Graves tem uma dessas histórias em que um sonho se torna realidade, que deixa outros escritores ao mesmo tempo felizes e um pouco invejosos com seu sucesso.”USA Today

RESENHA DA BLOGUEIRA

Esse livro foi uma indicação de uma amiga muito querida, e posso dizer que é um daqueles que levamos para a vida. 
A autora soube conduzir o enredo com calma e tranquilidade, fazendo a leitura fluir com muito interesse, sendo impossível parar de ler. 
Quando eles sobrevivem na ilha, parece que você está lá com eles, passando por todas as angústias por não saber o que o futuro reserva. 
Flutuei nessa ilha com Anna e TJ, nadei com golfinhos, pescamos, catei fruta pão, bebemos água de coco, dormimos no bote e acordamos vendo as esperanças indo embora como o tempo. Esse mesmo tempo que nos fez amadurecer, crescer e nos fez cúmplices, também. 
Apesar de todos os acontecimentos, eles não se tornaram amargos, ao contrário, tornaram-se amigos, companheiros, cúmplices, sendo o que o outro precisava a cada momento do dia e da noite.  
Me encantou muitíssimo! 
Recomendo que você pegue  a sua canga, se deite embaixo de um coqueiro e embarque nessa história comigo.