quinta-feira, 29 de junho de 2017

DE FRENTE COM AS LUNÁTICAS - AUTORA PAOLA SCOTT


CONHECENDO A AUTORA

Paola Scott é o pseudônimo de Patricia Zirhut Dalmolin. Nascida e criada em Curitiba, casada, mãe de dois filhos e contadora por profissão, viu a escrita surgir por intermédio da leitura. Sentindo falta de romances que retratassem a mulher na sua fase madura, decidiu se aventurar na brincadeira e escrever uma história mostrando que a idade não é empecilho para se viver um amor cheio de fantasias e erotismo. Salpicado com humor, drama, relações familiares e muitas cenas picantes, nascia aí o primeiro livro de uma série que conquistou as mulheres pelo seu modo realista de retratar a vida a dois. Além da escrita e leitura, um dos seus maiores prazeres é interagir com as leitoras, ouvindo os comentários e opiniões a respeito dos assuntos abordados em seus romances.


DE FRENTE COM AS LUNÁTICAS POR SCAR MIRANDA

1-Quando começou a escrever?


Início de 2015. Participando de um grupo de leituras no facebook, comentávamos que sentíamos falta de histórias com personagens maduros. Falei que iria escrever uma para nós. Uma brincadeira. Começou com algumas cenas que pedi para uma amiga desse grupo revisar. Ela adorou e me incentivou a postar no wattpad. A história teve uma boa aceitação e passei para o próximo passo que foi a publicação do e-book independente, que me trouxe até aqui.



2-De onde vêm os personagens? De alguma forma se relacionam com alguém que conhecem?


Da minha imaginação, sempre. E das minhas mosqueteiras também (amigas e betas). Nenhum tem relação direta com alguém que conheço, pelo menos não dos que eu tenha escrito até hoje. Obviamente uma ou outra característica pode até ser “herdada” de algum amigo ou conhecido.



3-Qual seu livro e autor (a) favorito (a)?


Apesar de escrever romance, adoro um bom suspense. Meu favorito é “O Símbolo Perdido” de Dan Brown, consequentemente ele é autor favorito também. Dos estrangeiros, também adoro Nora Roberts e dos nacionais não é segredo que sou fã de Nana Pauvolih.



4- Como você reage com a atenção das leitoras? Ainda é difícil se acostumar com as pessoas chegando até você por conta do livro que escreveu?

Com grande alegria. Surpreende-me como os leitores são carinhosos e como a retribuição dessa atenção gera uma amizade gostosa. Adoro poder falar a respeito das histórias e me sinto nas nuvens quando leio um elogio à minha escrita. Procuro sempre dar um feedback para quem vem conversar comigo.



5- Você estava em uma Editora e saiu para se tornar independente, a adaptação está sendo fácil ou você sentiu alguma diferença ou se adaptou bem a mudança?


A diferença básica é que você tem que se virar sozinha. No sentido de que todas as decisões são suas. No começo a insegurança pesa, afinal, a gente está no meio, mas nem sempre sabe como a coisa funciona realmente. Fazer tudo por conta própria requer tempo, concentração e pesquisa. Mas tive a sorte de encontrar ótimos profissionais e parceiros na área, que além de realizarem um ótimo trabalho, me dão dicas super valiosas. No final, o prazer ao ver o livro bem acabado e principalmente, os elogios e aceitação do público, compensam todo o esforço empregado.



6- Para quem ainda não conhece o livro, o que você considera um diferencial na sua escrita?


É uma escrita despretensiosa. Não costumo dar voltas ou usar de palavras difíceis. Sou uma pessoa simples, escrevo de maneira simples, como se estivesse batendo papo com as amigas.



7- Se você começasse a escrever hoje mudaria alguma coisa?


Acho que não... Talvez tentaria não me estender demais nas histórias (um defeito meu que atrapalha na hora da publicação).



8- Quais suas maiores dificuldades?


Lidar com a insegurança. Que está diretamente ligada ao perfeccionismo, que não existe... Tento sempre fazer melhor, em contrapartida acho que não está bom o suficiente. É aí que entra o apoio das minhas mosqueteiras. Elas são exigentes, então eu confio que se dizem que está bom, está bom realmente.



9- Qual seu maior sonho?


No ponto em que me encontro hoje, acho que o da grande maioria de autores. Poder me dedicar a isso apenas. Quem sabe no futuro?



10- O que acha do grupo Lunáticas Por Romance?


Adoro a sinceridade e democracia que rola por lá e o quanto as administradoras conseguem levantar questões polêmicas, prezando pelo respeito. Óbvio que sempre há uma ou outra ovelha desgarrada... rsrsrs... Mas tudo é contornado com muito humor. Infelizmente a falta de tempo me priva de participar mais.



11-Como está o coração com o mais novo lançamento?


Disparado! “Adormecida” é um livro especial, pelo tema que trata além do romance erótico. É o que tem a maior carga de drama na Série Provocante, e sou sincera em dizer que, quando escrevi, não imaginei que fosse tocar tanto as leitoras. Mas é compreensível, porque Lucianaretrata muito bem tantas mulheres. Recebi muitas mensagens in box de leitoras que se identificaram com essa personagem. Justamente por isso, achei que esse livro merecia uma “carga” maior de realidade e convidei uma leitora para ser a modelo da capa. Assim como pensei que ele merecia um prefácio de uma autora que escreve histórias com temas profundos e tão bem trabalhados. E quase não acreditei quando nossa querida Nana Pauvolih aceitou. Então só tenho a dizer, que ele está muito especial.

CONHEÇA AS OBRAS DA AUTORA




Paola, quarenta anos, ​muito ​bem resolvida, separada e com uma filha adolescente. Acostumada a viver dentro das regras, ​mas cansada d​os pré-julgamentos, decide dar um basta em relacionamentos insossos​ e em homens de mentirinha, que não conseguem acompanhar o seu ritmo e compartilhar suas fantasias. Pedro, solteiro, experiente, viril, bem-sucedido e que não admite que ninguém intervenha em seus hábitos, gosta de viver suas aventuras sexuais com mulheres mais jovens, sem se deixar envolver. Numa época em que os homens se sentem ameaçados pelo sucesso feminino nos mais diversos ramos​, que romances eróticos expõem os desejos mais íntimos das mulheres e fazem com que estas sonhem com os sedutores personagens desses livros. E que, apesar da modernidade, ainda sejam censuradas e condenadas por uma sociedade hipócrita. O que acontece quando estas duas pessoas vividas e experientes se encontram? Pedro, na ânsia de conquistar uma mulher diferente de todas a​s​ que está acostumado, resolve utilizar meios escusos para se aproximar. Mas​,​ sem dar-se conta, se vê apaixonado por esta fêmea sensual e provocante. Pode uma mulher, à procura ​do amor verdadeiro, perdoar uma violação à sua privacidade? E afinal, seria mesmo amor? Ou o tempo todo foi ​apenas ​uma fantasia?


Paola vê seu mundo ruir ao descobrir os meios que Pedro utilizou para se aproximar. Afinal, aquele homem que parecia ser tudo o que ela sempre quis, teria sido apenas uma fantasia? Ou ela estaria sendo injusta e o amor que ele dizia sentir era verdadeiro? Será que a loba ferida conseguirá perdoar o garanhão? Pedro, arrependido de seus atos, agora mais do que nunca precisa provar à sua loba que a ama realmente. E mesmo ciente do seu erro, não deixará de utilizar o que descobriu para tê-la em seus braços novamente e ser o homem que ela tanto deseja. Porém, não são apenas mágoas e decepções que esse casal provocante terá que superar. Problemas muito maiores serão enfrentados nessa continuação. Antes que possam se acertar, uma descoberta deixará a contadora apreensiva, pensando até que ponto esse amor tão recente pode suportar tanta dor.

O que você faz quando a vida lhe dá uma segunda oportunidade? Agarra-a com unhas e dentes, vivendo cada dia como se fosse o último, sugando tudo o que houver de melhor e mais prazeroso. Esse é o lema de Maitê, uma mulher moderna, profissional bem-sucedida, culta e divertida, apesar da grande decepção sofrida. Decepção essa que apesar de ter ficado no passado, não a permite se entregar a um relacionamento sério. E na intenção de se proteger, se permite apenas envolvimentos momentâneos, aventuras de uma noite apenas, casos que não configurem compromisso. Resumindo, apenas sexo, em seu estado mais puro e devasso. Porém, ao conhecer Rodrigo Meyer, sua couraça se desfaz. Aquele sexy e experiente advogado, a leva a patamares nunca antes alcançados, realizando todas as suas fantasias, sem cobranças, sem mentiras, sem rodeios. E todo esse jogo de sedução, essa sinceridade escancarada, acaba por desnudar sua alma, fazendo com que ela abuse do sarcasmo para afastar esse homem que mexe com suas emoções. Mas até quando ela conseguirá manter seu coração fechado? É possível ser feliz, enterrar o passado definitivamente e aceitar o amor?

Um trauma do passado, uma família que a sugava de todas as formas, um emprego onde não era reconhecida. O fardo tinha ficado pesado demais. Desespero? Covardia? Atitude impensada? Se era obra do acaso, coincidência ou intervenção divina, Luciana não sabia dizer, o que importava é que mais uma vez ela tinha fracassado. Mas o destino lhe mostrou um caminho para se libertar daquele sofrimento. Disposta a deixar tudo para trás, Luciana decidiu aceitar a proposta de uma amiga muito querida, indo trabalhar e morar em outra cidade. O que ela não imaginava, é que ao concordar com essa proposta a faria ter que lidar com um contador charmoso que agora seria seu parceiro de trabalho. Mais do que um homem sedutor, ele parecia entender perfeitamente sua dor. Bem como a forma para amenizá-la. Ele se revelou ser tudo o que ela precisava. Eduardo soube logo de início que ela era uma mulher inteligente, perspicaz e eficiente apesar do seu jeito contido e isolado. Só não fazia ideia de que por trás daquela timidez se escondia um vulcão adormecido. Ela era o que ele queria. Mas até que ponto, fantasmas do passado, inseguranças e alguns mal-entendidos poderiam abalar a relação deles? #serieprovocante #casalrealeza #eduardoeluciana

Filha mais velha de uma família de quatro irmãos, Pietra se viu forçada a abandonar os estudos na adolescência para ajudar a mãe no sustento da casa, quando seu pai foi brutalmente assassinado. Essa tragédia foi determinante para que decidisse sobre sua carreira, dedicando-se com afinco a recuperar o tempo perdido, tornando-se então delegada. Agora, aos trinta anos, era conhecida por ser durona, não se deixando intimidar por nada nem por ninguém. E essa fama cobrava um alto preço na sua vida amorosa, já que os homens se sentiam acovardados diante de mulher tão segura e determinada. Até aquele sujeito aparecer, todo dono de si, enfrentando-a, desafiando-a, como nenhum outro o fez até agora, despertando-lhe sentimentos até então desconhecidos. Quando a empresa de Augusto se envolve em um escândalo na área de informática, sendo investigada pela polícia do Rio de Janeiro, ele se vê obrigado a lidar com essa delegada firme e decidida. E o modo de agir daquela linda morena, batendo de frente, falando de igual para igual não o inibe, pelo contrário, estimula nele um desejo voraz de conhecer a mulher por debaixo daquela armadura.

Ah, o Amor! As dificuldades, os calafrios, os encontros inesperados, os pensamentos loucos... Nos quatro contos de Love is in the air você vai conhecer lindas histórias, românticas e quentes, sobre esse sentimento cheio de altos e baixos. Eva Zooks, Tamires Barcellos, Catarina Muniz e Paola Scott apresentam contos ambientados em Londres — a terra da Rainha, do chá e de cenários incríveis — para você se apaixonar como nunca antes. "Eu, que já sou fã incondicional da literatura erótica e amo escrever um livro hot, adorei!" Nana Pauvolih - autora de: A Coleira e da série: Redenção



Um universitário atleta e responsável . Uma professora linda e inacessível. Uma final de campeonato com muitas emoções. Uma festa de encerramento de semestre . Nesse primeiro conto da série Fraternidade, o verão vai ferver em Princeton.

Um universitário com talento para a interpretação. Uma assistente de palco indiferente ao seu charme. Um ensaio que muda impressões. Uma estreia teatral que revela sentimentos. No segundo conto da série Fraternidade, uma brisa traz o outono para Princeton .