terça-feira, 21 de março de 2017

"Eu respiro literatura e isso é a minha vida" afirmou autor do lançamento "Ritmo Perfeito"

Hoje eu conheci um autor super fofo e pra completar ele é fã da série que mais amo: A SE-LE-ÇÃO ♥

Roberto Júnior, o autor a qual me refiro, nasceu em São Paulo no dia 02 de fevereiro de 1998 (novinho, :o) e atualmente mora em Cícero Dantas, cidade do interior baiano. É apaixonado por música e, desde os doze anos, estuda clarinete. Adora inventar histórias, principalmente sobre adolescentes que sonham, amam, brincam, erram e acertam... Vive com a cabeça nas nuvens, imaginando coisas que, quase sempre, não interessam. Se não está lendo, está assistindo alguma série.
Aos dezessete anos publicou seu primeiro livro, um drama intitulado O tempo não apaga. Então percebeu que queria mesmo era falar com os jovens e adolescentes sobre coisas que ele conhece bem. Assim surgiu Ritmo Perfeito, um romance Juvenil que virou seu xodó. Roberto (mais chamado por Júnior) concluiu o ensino médio em 2015 e está cursando Letras.

Quando descobri que o Roberto toca clarinete, entendi porque o livro dele tinha como título "Ritmo Perfeito". Ele ama música. Por falar nisso, vamos conhecer a sinopse desse livro mega fofo?

Lara está prestes a sair do ensino médio e, diferente da maior parte dos colegas, não pensa na faculdade, só tem certeza de uma coisa: será uma grande estrela da música.

Sua vida (quase) pacata começa a mudar quando Samuel Evans, o bonitão do colégio que, além de tudo, é músico, inicia uma amigável aproximação. Ela só não imagina que a súbita proximidade de Sam tem a ver com uma aposta firmada entre ele, Sophia e Juliano — a patricinha e o valentão do colégio.

Ela vê seu sonho se tornar mais próximo quando surge o Ritmo Perfeito, concurso musical do seu colégio. Mas, para isso, precisa convencer seu pai de que seus sonhos valem a pena, se tornar mais sociável e ajudar seus únicos dois amigos com seus problemas pessoais e, sobretudo, se entender de uma vez por todas com Samuel Evans.

Roberto me contou que escreve desde que aprendeu a ler. Se tinha uma peça na escola, por exemplo,  o chamavam para escrever. Também teve muitos diários. "Comecei a escrever com 15 anos, já com a intenção de publicar. Então escrevi O tempo não apaga, meu primeiro livro", afirmou.

Perguntei o que o inspirava e ele foi direto: Situações diárias me inspiram. Ritmo Perfeito é algo bem real, tem experiências que, certamente, todo mundo já viveu. Além disso, sempre aprendo coisas novas com conversas de amigos (não que eu escreva sobre a vida deles, ou de alguém real rss), séries, filmes, livros, enfim, até mesmo minhas vivências pessoais. Costumo usar algumas coisas. Lara e Sam são músicos, assim como eu!

O autor contou que é bem eclético em relação as suas leituras: romance, distopia, fantasia, drama. Sua maior dificuldade foi não entender, no início, nada do mercado editorial, nem conhecia alguém que pudesse o ajudar. "Eu tinha 15 anos e comecei a pesquisar editoras, pesquisar como se faziam os livros e outras coisas. Quando fui aprovado, fiquei muito feliz, mas a escrita é muito desafiadora. Não é simplesmente conseguir uma editora, depois disso, muitas vezes, precisamos vencer alguns preconceitos como idade e até mesmo nacionalidade - infelizmente as pessoas notam mais o que vem de fora. No entanto, isso está mudando e cada vez mais o público nacional está aberto para a literatura nacional," destacou.

Todo mundo tem um gênero que se identifica, no caso de autores, pra escrever também é assim. Porém para Roberto, não existe nenhum gênero que ele não escreveria. Gosta de desafios e acredita que isso seja importante. Seu primeiro livro foi um drama, escreveu um policial (que ainda não publicou), depois veio o Ritmo Perfeito, que é juvenil, e o próximos irão variar.

Sobre a editora, ele destacou: Eu AMO a minha editora. Assim mesmo, em caixa alta, porque é amor demais. Cada escritor e funcionários são incríveis. Minha editora-chefe, a Lilian, é maravilhosa, faz de tudo para que a gente se sinta bem, e desenvolve um trabalho incrível. Isso sem falar dos revisores, diagramadores, capista... É tudo muito perfeito. Até agora estou babão com o resultado do meu livro. Eu achei lindo! A edição superou todas as minhas expectativas. A Coerência é o meu lar! 

Questionei sobre qual autora preferido dele, quem disse que ele se decidiu?  Jennifer Niven, Rainbow Rowell, Thalita rebouças, Paula Pimenta, Collen Hoover  foram os citados.

E os futuros projetos? Ele também contou.  "Este ano pretendo terminar meu novo livro, viajar bastante para divulgá-lo (Bienal, inclusive)... mas futuramente ainda (choro):  me graduar e fazer um intercâmbio nos Estados Unidos ou Canadá. Quero escrever hoje e sempre. Não vejo o meu futuro sem a escrita. Eu respiro literatura e isso é a minha vida. Quando não estou lendo/escrevendo, ou pensando em ler/escrever. Quem convive comigo ouve uma resenha diariamente kkkk                        Eu leio e preciso contar tudo sobre o livro . Eu escrevo e preciso compartilhar... Sou assim",, concluiu.